Cães 0 ou Micro, Eles não existem

Comprei como micro mas cresceu! Fui enganado! Quem de fato nunca ouviu isso quando se trata de cães de pequeno porte? Temos que deixar claro que toda raça tem seu padrão regido pelo país de origem da mesma, e isso está além do que temos hoje nos grandes clubes como uma matemática aplicada a todos os exemplares de uma única raça, e padrões nunca na história da cinofilia mencionou números ou termos extra oficiais como micro, de bolso, tea cup…, com a miniaturização excessiva dos lares brasileiros uma porta para má fé foi aberta dentro da cinofilia levando vendedores de cães prometerem o inexistente e levando a muitos caírem em golpes, sim golpe a palavra seria essa.
o criador que se preza e ama a raça que cria nunca venderá ou cederá um filhote de sua criação de forma aleatória, oque também o leva a não se utilizar de termos extra-oficiais para induzir pessoas a adquirir seu exemplar como se fosse o perfeito para suas condições de falta de espaço, uma vez que esses termos não são regrados por padrão algum o famoso 0 de um poderá ser o 2,3 do outro e desta forma ninguém estará errado, a não ser pela mentira que fica no boca a boca, e de fato o que foi entendido e não o dito, complexo mais real.

Tiramos como base raças com variedades de tamanho em seus padrões ,e padrões reais, o inexplicável já pode acontecer imagina com os padrões irreais.
Partindo do princípio que um cão carrega em seu gen para se ter um fator físico (8 linhas de sangue de seus ancestrais) e isso torna impossível o ser humano dentro de uma pequena criação, ou até em grandes acertar em tudo.
Então pensamos com um pouco de história e ciência,

cão (Canis lupus familiaris),[1] no Brasil também chamado de cachorro, é um mamíferocarnívoro da família dos canídeos, subespécie do lobo, e talvez o mais antigo animaldomesticado pelo ser humano. Teorias postulam que surgiu do lobo cinzento no continente asiático há mais de 100 000 anos. Ao longo dos séculos, através da domesticação, o ser humano realizou uma seleção artificial dos cães por suas aptidões, características físicas ou tipos de comportamento. O resultado foi uma grande diversidade de raças caninas, as quais variam em pelagem e tamanho dentro de suas próprias raças, atualmente classificadas em diferentes grupos ou categorias.
Então temos muito tempo atrás o início das raças e suas características, como citamos a cima para um fator de fenótipo (forma física e aparência) temos oito linhas de sangue de seus ancestrais e de fato já vem em nossa mente oito cães que deram origem a esse exemplar. Mito! Dezesseis ? , oito por parte de pai e oito por parte de mãe? MITO! Nesta janela de dezesseis cães anteriores está esquecido os oito anteriores a cada um para que ele tenha uma característica fixada e aí termos uma matilha gigante que teria todos de terem exatamente a mesma medida e peso e esse controle ainda que a ciência explique o ser humano na sua limitação em criar não possui capacidade de garantir como muitos supostamente fazem e depois provam que sua garantia era uma mera enganação. O criador pode sim efetuar garantias quando o cão de fato está já com ideal e condições para que isso ocorra e de fato se o mesmo tem plena convicção de seu plantel após cerca de pelo menos cem anos de criação, já que terá que segurar os filhotes, acasalar sem manter a consanguinidade precisando abrir linhas de sangue com outros e estudar as mesmas e seus resultados de nascidos conforme o fenótipo e aí falar sobre uma genótipo refinado incapaz de um cão nascer maior ou menor que o outro.

Em Território nacional hoje vemos muitos criadores de cães de pequeno porte garantindo tamanho baseado nos pais e avós e se esquecendo de genética antecessora e história e sempre no futuro tendo problemas com novos tutores de seus filhotes e isso por falta de conhecimento e até de auxílio dos clubes que cada vez mais querem emitir pedigrees e gozar de seus lucros mas não orientar o criador a fazer o certo e não ser visto como um mero enganador, se tratando do criador sério que fez sem ma fé e não se utilizou de termos numéricos e outros extra oficiais.
VAMOS CITAR UM EXEMPLO DA NO RAÇA POODLE TOY:
A raça possui medida em altura medida na região da cernelha de 24 a 29 cm, tendo de fato tolerâncias para os cães que participam de campeonatos, analisesemos o exemplar de a tempos e não vamos muito longe, na década de 90 onde a raça se popularizou muito em nosso país, que média exatos 25 cm porém esse exemplar era filho de ou exemplar de 32 cm já um cão de variedade miniatura, seu tutor na época acasalou esse cão com um cão de exatos 25 cm também esperando que todos os filhotes teriam a medida dos pais porém nessa ninhada um se tornou como o avô pouco maior, e tempos depois esse tiveram filhotes e eles passaram a serem selecionados de fato como toys e até miniaturas mas podem ainda nas ninhadas dos de variedade miniatura nascerem toys e nos de variedade toy nascerem miniaturas.
Porque ? Simples a cada geração se encaixa no quadro reprodutivo um exemplar que de falo não possua grau de parentesco se tratando de uma criação responsável que se preocupa com saúde e não só com fenótipo, e ao longos dos anos ainda que isso tem se diluído podemos ver casos assim ocorrendo, e isso até prova a responsabilidade de muitas criadores que tem se mostrados íntegros em não gerar filhotes com raças onde graus de parentescos in breeding, assim chamado esse tipo de cruzamento, não se faz mais necessário. E com essa regra de padrão veja, criadores não conseguem na íntegra garantir a ocorrência ou não em suas ninhadas imagine em uma criação extra oficial que porte cães que são miniaturizamos de forma indiscriminada ou que nem são porém assim são nomenclaturados somente para suprir o ego humano e uma demanda de mercado.
Esse exemplo foi citado por base de ocorrências maiores vistas com a raça Poodle, porém também ocorre muito com outras raças como: Pinscher miniatura, Maltês, Yorkshrie terrier, Terrier brasileiro, Chihuahua, Lhasa-Apso, Schnauzer miniatura e várias outras.
Desta forma nós responsáveis pela Abraci junto com toda equipe, criadores, médicos veterinários especializados em genética e saúde, e handlers sempre alertamos sobre os riscos de buscar cães frutos da criação extra oficial com promessas não padronizadas, uma vez que além de alimentar e financiar o mercado negro gerador de maus tratos estará sendo uma ação anti cinofilia. Visto que muitos vendedores mantém seus filhotes com uma alimentação carente para.induzir a compra através de seu tamanho reduzido ou até mesmo promovem acasalamentos entre cães patogênicos gerando males genéticos terríveis e se utilizando de termos embelezados que de fato são inexistentes na raça e são uma mera enganação, lembrando-nos essa conduta de vendedores inescrupulosos se caracteriza maus tratos previsto pela lei lei federal nº 9.605/98 que estabelece pena de prisão e multa que podem ser aumentadas se o ato resultar na morte do animal, fato não muito isolado após a aquisição.